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Bronquiolite: o relato de uma mãe
Por Supermamy 29/05/2017 16:22 Comentários

No primeiro post da série sobre bronquiolite, consultamos um médico para esclarecer algumas questões sobre a doença (você pode reler o post aqui).

Mas a Supermamy é apaixonada por histórias - e tem prazer em fazer parte delas. Afinal, foi por isso que nascemos: para tornar as tarefas do dia a dia da maternidade mais prazerosas e inesquecíveis.

Por isso, hoje a Gabi, nossa cliente e mamãe de duas pequenas, compartilha seu relato sobre os dias aflitos em que passou ao lado da pequena Lara no hospital. Com apenas 38 dias, sua bebê foi internada e ficou quase uma semana na UTI.

A DESCOBERTA

Primeiros sintomas

Tive a sorte de perceber logo no início do quadro viral. O primeiro sintoma que percebi na minha filha foi uma tosse seca, logo em seguida vieram os espirros com secreção, que foram aumentando cada vez mais. Imediatamente, fiz contato com a pediatra dela, que me orientou a fazer inalação com soro fisiológico ao menos quatro vezes ao dia e lavar bastante o nariz com solução nasal (rinosoro). Pediu para que eu ficasse atenta à qualquer sinal de piora.

Dias seguintes

No segundo dia, a secreção só ia aumentando, assim como a tosse. Fui orientada a levar a bebê ao PS. Lá, a médica que me atendeu não observou um quadro que justificasse uma internação, pois ainda respirava bem e a tosse não emitia um som característico da bronquiolite. Porém, me informou que o pico da bronquiolite se dá entre o terceiro e quinto dia, e ainda estávamos no segundo dia. Deveria manter os mesmos cuidados e voltar ao hospital em qualquer sinal de piora.

Após o terceiro dia, nada de melhora. Minha filha já tinha dificuldade para dormir em razão da quantidade de secreção. A pediatra dela pediu para que eu voltasse ao hospital. Demos entrada no hospital no quarto dia do quadro viral. Após o exame clínico que constatou uma tosse característica da bronquiolite, minha filha foi submetida a um exame para a confirmação da infecção pelo VSR (vírus sincicial respiratório), causador da bronquiolite, o qual deu positivo.

PROCEDIMENTOS

Nesse mesmo dia, ela foi internada e submetida aos procedimentos de fisioterapia respiratória para aspiração nasal e demais cuidados. Foi então que a médica informou que a internação dela seria feita na UTI, pois minha filha tinha menos de 3 meses e este seria o protocolo adequado para que ela pudesse superar o pico da doença sem maiores complicações. Ela passou 8 dias internada na UTI, sendo que, no terceiro dia, teve que ser entubada para poder superar o quadro viral com a ajuda do respirador artificial. Permaneceu entubada e sedada por 80 horas, até que foi capaz de respirar sozinha novamente. Mais dois dias de recuperação e observação e teve alta, após muita luta e cuidados frequentes que somente uma UTI poderia proporcionar.

EXPERIÊNCIA e INFORMAÇÃO

Minha primeira filha já tinha tido bronquiolite, mas com 5 meses de vida, e o quadro não foi tão severo, não precisou ser internada e apenas as inalações resolveram. Não tinha ideia da gravidade da doença e o que ela poderia causar. Acho que falta mais informação sobre como se proteger e o que este vírus causa, especialmente quando se trata de bebês com menos de 3 meses de vida.

ALMOFADA DE AMAMENTAÇÃO

A almofada de amamentação Meu Amigo do Peito foi super útil nos momentos em que eu tinha que amamentar minha filha, pois ela se ajusta perfeitamente ao corpo da bebê e também ao da mãe. Tem um apoio para as costas e ombros, o que faz com que a posição fique adequada e mais confortável, o que foi imprescindível nos momentos de cansaço no hospital e quando voltamos para casa. 

APRENDIZADO e CONSELHO 

Depois de toda experiência desagradável pela qual passamos, o meu conselho é que as mamães sejam mais criteriosas na exposição dos seus filhos recém-nascidos ou que não tenham completado 3 meses de vida. Hoje, tendo passado pelo que passei, se pudesse voltar no tempo, não teria permitido visitas antes de um mês de vida e teria tomado muito mais cuidado no contato com a irmãzinha que já frequenta a escola e que pode trazer essa ou outras doenças infantis para casa.

A dica é manter a higiene adequada, ou seja, lavar bem as mãos antes de pegar no bebê, ou passar álcool gel, manter a casa arejada, e, principalmente, não deixar os irmãozinhos terem contato com o bebê antes de tomarem um banho ao voltarem da escola. Façam também a higiene nasal (lavar o nariz com spray nasal). Embora pareça exagero, estes cuidados podem salvar uma vida.

Nossa história teve um final feliz, mas por muito pouco não perdemos nossa bebê. Todo cuidado é pouco para com nossos pequenos. Tivemos sorte de contar com um bom suporte hospitalar e termos sido precisos em diagnosticar a doença a tempo.

 

Gabi, obrigada por dividir esse relato tão sensível conosco. Ficamos felizes em poder aliviar um pouco esse momento tão difícil para a família toda.

A almofada de amamentação Meu Amigo do Peito é vendida com exclusividade pela Supermamy no Brasil!

Comentário(s)

Sergio Reiter

postou dia 14/07/2017 16:14
Que historia linda...

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